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Terça-feira, 6 de outubro de 2026

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Em Novo Aripuanã, MP realizou formação para facilitadores em Justiça Restaurativa

Por Ryan Vasquez

Publicado em

Novo Aripuanã
Novo Aripuanã · Foto: Divulgação

O Ministério Público do Amazonas (MPAM), por meio da Promotoria de Justiça de Novo Aripuanã, iniciou, na segunda-feira (18/05), a formação de facilitadores em Justiça Restaurativa (JR) para a implantação de três projetos no município. A programação foi realizada até quinta-feira (21/05).

A iniciativa foi conduzida pelo Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição (Nupia, antigo Nupa) e teve como objetivo aperfeiçoar a implementação dos projetos Escola em Paz, Acolhendo Vozes e Novos Caminhos. As ações buscaram promover, de forma gradual, a cultura da paz nas instituições de ensino, além de aplicar práticas restaurativas junto a grupos de vítimas de violência doméstica e familiar contra a mulher.

De acordo com a promotora de Justiça Jéssica Vitoriano Gomes, a formação foi considerada essencial para a execução dos projetos, que, apesar de possuírem objetivos específicos distintos, compartilhavam o propósito de promover a pacificação de conflitos por meio da participação ativa das pessoas envolvidas.

“Tratava-se de uma forma mais democrática de acesso à Justiça, em que as pessoas deixavam de ser apenas destinatárias das decisões e passavam a participar ativamente da construção de soluções para os conflitos que vivenciavam”, destacou a promotora.

A Justiça Restaurativa é um modelo de resolução de conflitos baseado no diálogo, na escuta e na responsabilização consciente dos envolvidos. A implementação dos projetos foi resultado da atuação integrada de diferentes setores do Ministério Público do Amazonas.

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