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Terça-feira, 20 de outubro de 2026

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Deputado cobra punição por queimadas no Amazonas e governo federal amplia apoio

Wilker Barreto questiona prisões e alerta para riscos futuros; Forças Armadas reforçam combate a incêndios em 36 municípios

Por Redação Folha da Mangaba

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Foto de divulgação: Deputado cobra punição por queimadas no Amazonas e governo federal amplia apoio
Foto de divulgação: Deputado cobra punição por queimadas no Amazonas e governo federal amplia apoio · Foto: Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam)

O deputado estadual Wilker Barreto (PSD) pediu medidas mais rigorosas para fiscalizar e punir responsáveis pelas queimadas no Amazonas durante sessão na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) na terça-feira (20). Ele questionou se alguém foi preso ou algemado em decorrência dos incêndios, ressaltando o impacto na saúde da população e a necessidade de ações efetivas.

O parlamentar também criticou a falta de planejamento e fiscalização, alertando que o problema pode se repetir nos próximos anos caso não haja ações preventivas, como mapeamento e acompanhamento dos focos de incêndio.

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O governo federal anunciou no domingo (18) a criação de uma estrutura de comando conjunto das Forças Armadas em Manaus para coordenar as operações do Exército, Marinha e Aeronáutica. Estão disponíveis 16 aeronaves para apoiar o combate aos incêndios.

O Amazonas tem 36 municípios em situação de emergência devido às queimadas. Cidades como Lábrea, Boca do Acre, Autazes e Itacoatiara aparecem entre as que mais registraram focos de calor no país.

A Defesa Civil Nacional destinou R$ 14 milhões para ações emergenciais, incluindo assistência humanitária, equipamentos e contratação de aeronaves. Outros projetos que somam quase R$ 100 milhões, apresentados pelo governo estadual e prefeituras, estão em análise pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, dependendo da aprovação dos planos de trabalho.

Os impactos das queimadas também afetam a saúde da população, com 559 atendimentos relacionados à fumaça registrados em outubro. A poluição provocou a suspensão das aulas nas redes estadual e municipal, além de universidades como Ufam, Ifam e UEA.

O prefeito de Manaus orientou a população, especialmente crianças, idosos e gestantes, a evitar exposição à fumaça e a buscar atendimento nas unidades básicas de saúde em caso de necessidade.

Com informações de Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam)

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