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Terça-feira, 20 de outubro de 2026

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UFAM recomenda suspensão das atividades por poluição do ar em Manaus e Itacoatiara

Níveis críticos de material particulado fino registrados nos últimos sete dias motivaram a suspensão das atividades nos campi da universidade nos dias 19 e 20 de outubro.

Por Redação Folha da Mangaba

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Foto de divulgação: UFAM recomenda suspensão das atividades por poluição do ar em Manaus e Itacoatiara
Foto de divulgação: UFAM recomenda suspensão das atividades por poluição do ar em Manaus e Itacoatiara · Foto: UFAM

A Universidade Federal do Amazonas (UFAM) recomendou a suspensão das atividades nos campi de Manaus e Itacoatiara nos dias 19 e 20 de outubro devido à poluição atmosférica. A decisão foi baseada na Nota Técnica nº 001/2026 da Comissão de apoio ao enfrentamento das condições da qualidade do ar (CQAr/UFAM).

Nos últimos sete dias, a média de exposição ao material particulado fino (PM2,5) foi de 104 microgramas por metro cúbico (μg/m³) em Manaus e 139 μg/m³ em Itacoatiara, com pico de 260 μg/m³ registrado em Manaus no dia 17 de outubro. Esses níveis são classificados como muito ruins ou péssimos.

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A suspensão visa reduzir a exposição da comunidade universitária durante deslocamentos e atividades ao ar livre. A Comissão orienta que as pessoas permaneçam em ambientes fechados, mantenham portas e janelas fechadas e evitem exercícios ao ar livre. Em caso de deslocamento, recomenda o uso de máscaras PFF2 ou N95, especialmente para grupos vulneráveis como pessoas com doenças cardiorrespiratórias, idosos, gestantes e crianças.

Em casos de sintomas como falta de ar, chiado no peito ou dor torácica, a nota técnica orienta procurar atendimento médico pelo Sistema Único de Saúde (SUS), inicialmente em Unidades Básicas de Saúde (UBS) para casos leves, e em Serviços de Pronto Atendimento (SPA) ou Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h) para situações mais graves.

A Comissão, presidida pelo diretor do Centro de Ciências do Ambiente da UFAM, André Mendonça, reúne 18 membros de diferentes áreas e campi da universidade para discutir medidas de proteção diante da deterioração da qualidade do ar no Amazonas.

Com informações de UFAM

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